Blog do Marcelo Lira

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quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

EM UM ESTADO COM SÉRIOS PROBLEMAS NA EDUCAÇÃO, SAÚDE E PRINCIPALMENTE SEGURANÇA, LICITAR MAIS DE R$ 1 MILHÃO EM BANQUETES OFICIAIS INCLUINDO R$ 108.000,00 EM RAÇÃO PRA PEIXE, SE NÃO FOR ILEGAL, É NO MÍNIMO IMORAL...

Em um estado sempre em disputa pela posição de mais pobre do país, que vive uma crise político-administrativa, onde a população não tem saúde, educação e segurança, onde o sistema prisional é notícia em todo o país por ser cenários de decapitações, onde a capital é refém do crime organizado que queima ônibus com pessoas dentro, lançar um edital para licitar os itens dos banquetes na residência oficial da governadora e na sua casa de praia, com orçamento de mais de R$ 1.000.000,00 (um milhão de reais), SE NÃO É ILEGAL É NO MÍNIMO IMORAL..., além de ser uma clara demostração de indiferença com situação da população...
Veja alguns dos itens "curiosos" contantes no edital, com destaque especial ao último:
  • 80 kg de lagosta fresca,
  • 1.500 kg de camarão 
  • 8 sabores de sorvete,
  • 750 kg de patinha de caranguejo (avaliado em R$ 39.000,00),
  • 50 caixas de bombom,
  • 30 pacotes de biscoito champanhe, 
  •  2.500 garrafas de 1 litro de guaraná Jesus,
  • 2.000. kg de carne de peixe,
  • 5.000 kg de carne bovina,
  • R$ 108 mil em ração para peixes...
Essa situação me faz lembrar os regimes totalitários, popularmente conhecidos como ditaduras, em que os governantes enriquecem e ostentam vida de bilionários enquanto a população vive na miséria...

FONTE: Blog do Raimundo Garrone

Um comentário:

  1. Maranhão: intervenção é iniciativa do Procurador Geral da República, não de Dilma.
    9 de janeiro de 2014 | 13:15 Autor: Fernando Brito

    const

    O que está acontecendo no Maranhão é, francamente, inaceitável.

    Claro que é o caso de intervenção federal.

    E como se dará ela, dentro da lei?

    Como o caso é de violação dos direitos humanos – não de comprometimento da ordem pública – a ação compete ao Procurador Geral da República.

    Rodrigo Janot deverá propor ao STF uma ação de Executoriedade de Lei Federal e, decidindo ao STF, cabe a Dilma expedir o decreto que dimensiona a intervenção e sua duração, com eficácia imediata.

    No caso, não caberia – salvo se a situação interna dos presídios continuasse a causar ataques de rua, o que parece ter cessado – a intervenção espontânea, decidida apenas pela Presidência, ouvido antes do Conselho da República.

    É o que está disposto no art.36 da Constutuição Federal (inciso VII, letra B) e regulamentado na Lei 12.562, de 2011.

    Dilma não pode atropelar a Constituição, mas sabe que o problema ultrapassou em muito a esfera do estado maranhense.

    O assunto vai ser tema do encontro entre Dilma e Michel Temer, daqui a pouco.

    A iniciativa legal é do Procurador Geral da República, repito, e já está tardando.

    BLOG TIJOLAÇO

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