Blog do Marcelo Lira

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quinta-feira, 20 de junho de 2013

"MADEIRETES" E "SARNEYSTAS" ESTÃO COM MEDO DO MOVIMENTO "#VEMPRARUAIMPERATRIZ", QUEM DEVE TEM QUE TEMER MESMO...

Os "madeiretes" e "sarneystas" pensam que todo mundo é burro e eles são mais "sabidos" que todos...
Cientes do caos em que estão transformando Imperatriz e o Maranhão, e vendo a população acordando e percebendo que já não irão conseguir dormir com a mesma tranquilidade, estão tentando desqualificar o movimento popular, tentando dar ao mesmo um cunho político, assim como tentaram desrespeitosamente fazer com o movimento dos professores.
Mas se todo cidadão é um ser sócio-político, então tudo, até a ação de tentar desmoralizar um movimento popular é uma ação política.
Todos somos políticos, a diferença é que "madeiretes" e "sarneystas" fazem uma política suja e individualista em busca do seu auto-benefício e da defesa de seus interesses e de seus patrocinadores...
Portanto, tudo é política, todos somos política, a diferença é que a manifestação popular que está acontecendo em Imperatriz e em todo o estado e todo o país é uma manifestação da boa política, aquela que emana do povo, assim como todo o poder...

6 comentários:

  1. Marcelo, a única coisa que mete medo em político é o povo nas ruas. Que se dane o Sarney com toda sua gama de puxa-sacos, inclusive o Madeira...

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  2. Protestos: não confie na grande mídia

    Alguém já viu a Globo gostando de povo nas ruas?

    A Globo e o jornal Folha de São Paulo se apropriaram totalmente de um movimento digno, político, juvenil e maravilhoso para seus objetivos que são os piores.

    A Globo é um monopólio midiático que apoiou e elegeu Collor A Folha manipula a tudo e a todos. A Globo e a Folha sabotam governos.Veja o vídeo

    ASSISTAM O VIDEO NO BLOG OS AMIGOS DO LULA

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  3. NSÃOO SESQUEÇAM QUE A NIVEL NACIONAL A REDE GLOBO E O RESTANTE DA MIDIA PODRE BAD, REDE RECORD, SBT, FOLHA DE SÃO PAULO , VEJA UOL, ESTÃO QUERENDO CANALIZAR OS PROTESTOS , PARA UZA-LOS COMO MASSA DE MANOBRA PARA USALO A FAVOR DE SEUS PARTIDOS SPSDB, PARA ELEGER O PLAYBOY AÉCIO NEVES OUTRO SARNEY SO QUE DE MINAS GERAIS, É OUTRO COLLOR DE MELO.

    NÃO DEIXAM QUE A MÍDIA OS USEM COMO MASSA DE MANOBRA COMO USARAM OS CARA PINTADAS.

    NÃO QUE O BRASIL SEJA ENTREGUE NOVAMENTE NA MÃO DAQUELES QUE ROUBARAM POR MUITAS DÉCADAS O BRASIL . ONDE A POLICIA FEDERAL NÃO OS INVESTIGAVAM , ONDE A MÍDIA PODRE TRABALHAVA A SEU FAVOR E AINDA TRABALHA.
    AÉCIO NEVES ESTAR NO BANCO DOS RÉUS EM MINAS GERAIS POR DESVIAR MAIS DE 4 BILHÕES DE VERBAS.

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  4. REPÓRTERES DA REDE GLOBO, COM MEDO DE APANHAR, FILMAM MANIFESTAÇÕES DE CIMA DE PRÉDIO OU DE HELICÓPTEROS

    FORA REDE PODRE

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  5. Até a Folha tucana e golpista percebeu o golpe da Globo


    Não é por que um jornalista da Folha está mostrando como a Globo está preparando o golpe, que a vamos acreditar que o jornal está apenas fazendo cobertura isenta sobre as manifestações. Não está. A Folha está junto com a Globo no golpe. Leiam o que diz o jornalista Nelson de Sá.


    A transmissão começou quatro horas antes de William Bonner, atordoado, anunciar formalmente a abertura do "Jornal Nacional".

    Às 20h30, sem escalada de manchetes, anotou tão-somente: "As notícias mais importantes estão transcorrendo diante dos seus olhos".

    As manifestações pelo país derrubaram a grade do horário nobre na maior TV do país.
    Como vinha ocorrendo desde a manifestação de segunda-feira em São Paulo, quando os ativistas chegaram às portas da própria Globo, âncoras e apresentadores procuraram defender os protestos, nas primeiras horas.

    As palavras-chave, repetidas diante das primeiras cenas de violência, eram "pequena confusão", "pequeno grupo". No mais, "manifestação tranquila", até mesmo "absolutamente pacífica".

    Nos outros canais, como a próprio Globo News e a Record, com o "Cidade Alerta", a narração já era diferente, com as imagens do Rio.

    Enquanto o Rio começava a queimar, a Globo saltava de Recife para Campo Grande e Belém, onde estava tudo tranquilo, até que, nesta última: "Agora a gente vê um corre-corre. A gente escutou uma explosão. Várias explosões".

    Parecia não haver mais cidade com os protestos tranquilos buscados pela Globo.

    A Globo News chegou a abrir três telas simultâneas, com três conflitos de rua. E o "Cidade Alerta" entrou então com as imagens do incêndio do carro do SBT, no Rio.

    Uma hora antes das 20h30 regulamentares, Bonner surgiu na tela, substituindo Patrícia Poeta na narração.

    Disse que estava até ali preparando o "JN", mas que "a essa altura não faz sentido".
    E soltou um editorial improvisado, sobre o carro do SBT: "O trabalho da imprensa é para dar voz aos manifestantes, mas uma minoria tenta intimidar".

    Daí por diante, a locução foi tomada por "cordão de isolamento", "spray de pimenta", "explosões", com críticas crescentes aos "grupos infiltrados", aos "vândalos".

    Perto do fim do "JN", entrou um pouco de futebol, acompanhado do intervalo comercial correspondente. A grade só foi voltar ao normal em parte com a novela das nove.

    FONTE: BLOG OS AMIGOS DO PRESIDENTE LULA

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  6. Seguir lutando e rejeitar as manobras golpistas da direita (rede globo, band, rede record, folha de são apulo)

    O movimento popular tem na experiência atual um manancial de ensinamentos para orientar-se corretamente e resguardar-se de atuar como massa de manobra da direita golpista.



    As manifestações foram infiltradas por provocadores que realizaram atos violentos e assumiram bandeiras políticas conservadoras. A transformação da luta democrática e social em um cenário de caos e desordem só favorece as forças da direita golpista.

    Os atos e passeatas tinham como eixo desde o seu início há duas semanas, a luta pela redução das tarifas do transporte urbano ou por sua gratuidade total. Num quadro em que esse transporte é caro e de péssima qualidade, em cidades de trânsito congestionado, a reivindicação calou fundo e alcançou enorme adesão popular.

    Ao mesmo tempo, em face dos flagrantes contrastes e desigualdades sociais nos grandes centros urbanos, que mais se assemelham a caóticos aglomerados de pessoas do que a cidades humanas e organizadas, a reivindicação em torno da questão dos transportes logo extravasou para outros temas igualmente sensíveis.

    Inicialmente incompreendido pelas autoridades que alternaram seu comportamento entre a soberba e a repressão, o movimento transformou-se em gigantesco pronunciamento da população na luta por direitos sociais. Mesmo o protesto contra os gastos com a construção de estádios e outros equipamentos para a Copa do Mundo de 2014 – embora equivocado na sua concepção, mau orientado e propenso à violência – também era compreensível.


    O sentido das manifestações desta quinta-feira era precisamente o de comemorar a vitória e preparar-se para novos passos.

    Mas por incitação da mídia a serviço de interesses antipopulares e antinacionais e de centros de poder que se mantêm ocultos e atuando por meio de algumas redes sociais na internet, as manifestações, em alguns casos, foram infiltradas por grupos de provocadores, que recorrem à violência, aterrorizando a população, depredando ou tentando invadir sedes de ministérios, prefeituras, bancos e estabelecimentos comerciais.

    Agrega-se a isto uma deriva conservadora que se expressa por meio do lançamento de palavras de ordem que visam claramente à desestabilização política do país, ao isolamento das forças de esquerda e à derrocada do governo. Pescando nas águas turvas da confusão política e ideológica provocada pelos meios de comunicação, fomentam a rejeição aos partidos políticos e ao governo, criando um ambiente propício a aventuras golpistas de cariz fascista.

    A pressão para transformar as manifestações em protestos de caráter conservador contra o governo e os partidos de esquerda foi de tal ordem que o próprio Movimento do Passe Livre, que até então liderava as manifestações e se reivindica como “autônomo, anticapitalista, horizontal e apartidário”, retirou-se do ato realizado na Avenida Paulista. Militantes do MPL começaram a perceber as características conservadoras presentes em alguns discursos, palavras de ordem e sobretudo na hostilização a outras organizações do movimento social e a partidos políticos de esquerda.

    O que poderia ser uma festa cívica e democrática está sendo transformado em crise política e social. Mobilizar o povo em atos organizados para exigir direitos e reformas estruturais no país é algo indispensável e tarefa dos partidos de esquerda e das organizações do movimento social, que corresponde aos interesses e aspirações do povo brasileiro a uma vida digna, à democracia ampla e participativa e ao progresso social.

    Deturpar estas aspirações, transformando justos protestos sociais em ações violentas para atirar o país no caos, serve a interesses antinacionais. O povo quer avançar na construção da democracia. Continuará na luta por seus direitos e rejeitará as manobras golpistas da direita.

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PENSO, LOGO EXISTO (René Descartes)...

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