Blog do Marcelo Lira

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quarta-feira, 27 de julho de 2011

MENSURAÇÃO DA MISÉRIA MARANHENSE...


Apesar de ter tirado cerca de 600 mil pessoas da pobreza extrema na última década, o Maranhão ainda é o Estado que tem maior parcela da população vivendo com até R$ 70 mensais. É 1,7 milhão, de acordo com o último Censo, o que representa 25% dos 6,5 milhões de maranhenses. 
A pobreza é evidenciada pela infraestrutura deficiente. O esgotamento sanitário, por exemplo, cobre só 12% dos domicílios e a coleta de lixo alcança só 25% deles. 
Dados de 2009 do IBGE mostram que 45% dos trabalhadores maranhenses são informais ou não têm a carteira de trabalho assinada. 
A pobreza também é uma herança histórica: existem 527 comunidades remanescentes de quilombos no Maranhão, totalizando 1,3 milhão de pessoas, e 35 mil indígenas. Os quilombolas ainda lutam pela posse de seus territórios, mas é um processo demorado no Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária). 
O agronegócio já ocupa quase o dobro do espaço da agricultura familiar: 8,4 milhões de hectares contra 4,5 milhões de hectares, respectivamente, de acordo com o Censo Agropecuário do IBGE (2006). No entanto, a agricultura familiar é a fonte de renda de 850 mil pessoas, enquanto o agronegócio emprega apenas 133 mil. 
Tampouco a indústria é intensiva em mão de obra: são 332 mil empregados, de acordo com a Federação das Indústrias do Maranhão. 
O resultado desse cenário todo é que, dos 20 municípios com menor renda média do Brasil, 14 são maranhenses. No Estado, o rendimento médio mensal domiciliar, por pessoa, é de R$ 404,99, o menor do Brasil. AGUIRRE TALENTO (FOLHA)


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O quanto é fácil apontar as deficiências deste Estado, mais vamos parar para pensar o que houve para que o Maranhão ficasse nesse estado?De miséria cultural, científica,tecnológica.Qual era o estado da  herança deixada? Uma colônia de exploração, um refúgio para os marginalizados.Qual era o estado das pessoas que aqui estavam? Qual era o estado real das intenções governamentais? E comparações realmente, podem ser injustas de se fazer, pois diferente de São Paulo e Minas Gerais o Maranhão sempre esteve em estado de abandono total.Monopólio,Oligarquia,Latifundiários,Concentração de riquezas e de poder político.Alguns falam que a Oligarquia caiu,na verdade ela continua em seu estado de conservação, com uma única diferença, está mais forte ,influenciando o Estado Brasileiro.O ministério de Minas e Energia,pesquisa terras no Maranhão,mas de quem são mesmo essas terras onde estão encontrando Petróleo e Gás?humm devem ser  mesmo do dono do Mar... ah que diga-se de passagem não é o Estado Brasileiro, a não ser que o homem que tem estado mais no poder seja o presidente do senado, ou do Brasil? nossa eu tenho estadomesmo muito confusa quanto a política, quanto ao estado, quanto a tanto que nem sei mais em que  e de quem é, este estado  que estou!
O fato é quando se muda concepções,dar-se um passo a frente,e como disse o repórter Alexandre Garcia, hoje no Bom dia Brasil, que possamos crescer em competências sem perder nossas habilidades.
Bom dia meus queridos, temos muitas concepções a formar, ou ao menos facilitar para que se formem.
Um grande abraço!

Profª.Cristiane Lacerda!
CRA/MA: 4603
IFMA - Campus Buriticupu



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